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Pesquisa mostra que poucos adultos são capazes de reconhecer os sintomas de um derrame

Sociedade Brasileira de Hipertensão ressalta a importância cada vez maior de esforços educacionais para elevar conscientização pública

Um artigo publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) mostrou que somente 16% da população dos Estados Unidos conseguem reconhecer corretamente os cinco sintomas de um derrame e é capaz de acionar o número de emergência - 911 - (equivalente ao 193 no Brasil) imediatamente e identificar que alguém está tendo um derrame.

O CDC de Atlanta mediu a conscientização dos sintomas que alertam para o derrame usando o Sistema de Monitoramento de Fatores Comportamentais de Risco, uma pesquisa aleatória feita por telefone que incluiu 71.994 participantes. Em 2005, 16,4% dos pacientes identificaram corretamente os sintomas de alerta, reconheceram um sintoma incorreto (dor repentina no peito) e disseram que ligariam para a emergência se achassem que alguém estivesse tendo um derrame ou ataque do coração.

A situação de reconhecimento dos sintomas de alerta não melhorou desde a pesquisa realizada em 2001, alerta o estudo, e ressalta que é necessário um empenho urgente da saúde pública para aumentar a porcentagem de pessoas capazes de reconhecer os sintomas corretos. Para o autor, é importante que a campanha focalize os sintomas menos conhecidos como fortes enxaquecas sem causa e problemas de visão em um ou em ambos os olhos.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Fernando Nobre, o cuidado com a medição da pressão é fundamental, uma vez que a pressão alta é responsável por 80% dos acidentes vasculares cerebrais (AVC), popularmente, derrame. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, o AVC é a principal causa de morte em todas as regiões do País e dos pacientes que sobrevivem 50% ficam com algum grau de comprometimento ou seuquela. “Por isso é tão importante a adesão ao tratamento e a medição constante da pressão arterial”, reforça Nobre. A Sociedade Brasileira de Hipertensão elege o novo Conselho, em votação que envolveu toda a base de profissionais registrados na entidade, com apuração encerrada esta semana.

Apesar da significativa redução no número de mortos por derrame desde 1960, a doença permanecia, em 2004, como a terceira causa mais freqüente de morte nos Estados Unidos, atrás apenas de doenças cardíacas e câncer. Aproximadamente 54% dos derrames nos Estados Unidos, em 2004, ocorreram fora de hospitais. A administração de medicação específica pode beneficiar pacientes com derrame isquêmico agudo; entretanto, o tratamento deve começar em até três horas desde o início dos sintomas. Para o derrame hemorrágico, é crucial a cirurgia imediata que previne a possibilidade de um novo sangramento, o que resultaria em sérios danos ou morte em 40% a 60% dos casos. Um novo objetivo para 2010 é aumentar para 83% a porcentagem de pessoas capazes de reconhecer os cincos sintomas e ligar para a emergência imediatamente se alguém aparenta ter um derrame.

Informações para a imprensa:
Advice Comunicação Corporativa
Nathalia Brogiatto nathalia@advicecc.com
Tel: (11) 5103-2779



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