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Doenças do coração elevam custo de saúde no Brasil

 


País gasta 75% com doenças cardiovasculares e 31% com seu principal fator de risco, a hipertensão

São Paulo, 22 de Setembro de 2008 – No Dia Mundial do Coração, 28 de setembro, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) defende a adesão de um estilo de vida mais saudável, que além de controlar as doenças cardiovasculares, como a hipertensão, diminui os gastos nos cofres de saúde brasileiros.

Afinal, no Brasil 75% dos custos financeiros são com gastos do tratamento de doenças isquêmicas do coração, segundo os dados do Banco Mundial. Em 2005 ocorreram 1.180.184 bilhões de internações causadas por doenças cardiovasculares, com custo global de mais de $1.320 bi afirma a pesquisa das V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão.

A presença de fatores de risco cardiovascular ocorre normalmente na forma combinada. Além da predisposição genética, fatores ambientais podem contribuir para uma agregação de fatores de risco cardiovascular em pessoas com estilo de vida pouco saudável.

A hipertensão arterial, principal fator de risco de morte entre as doenças não-transmissíveis, mostra relação direta e positiva com o risco cardiovascular. Entretanto, apesar dos progressos na prevenção, no diagnóstico, no tratamento e no controle, ainda é importante problema de saúde pública. Para este ano, a estimativa de gastos no mundo de acordo com a American Heart Association (AHA) é de $ 69.4 bilhões.

A pressão alta é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares e tem 31% custos financeiros no Brasil. Ela pode promover alterações estruturais no ventrículo esquerdo, com ou sem isquemia coronária, contribuindo para o desenvolvimento de insuficiência cardíaca, com função sistólica preservada ou não. É fundamental o tratamento adequado da pressão alta prevenindo a insuficiência cardíaca, uma vez que, mesmo com a evolução do tratamento, o mal tem alto índice de mortalidade. Para se ter uma idéia em pacientes com mais de 65 anos é a primeira causa de internação, segundo o DATASUS.

A adoção de hábitos alimentares saudáveis é um componente muito importante da prevenção primária da hipertensão arterial, sendo necessário manter o peso adequado, reduzir o consumo de sal, moderar o de álcool, controlar o de gorduras e incluir alimentos ricos em potássio na alimentação diária.

O fumo é o único fator de risco totalmente evitável de doença e morte cardiovasculares. Evitar esse hábito, que em 90% dos casos o início ocorre na adolescência, é um dos maiores desafios em razão da dependência química causada pela nicotina. No entanto, programas agressivos de controle ao tabagismo resultam em redução do consumo individual e se associam à diminuição de mortes cardiovasculares em curto prazo.

“10 mandamentos para prevenção e controle da hipertensão”
01. Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
02. Pratique atividades físicas todos os dias.
03. Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
04. Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
05. Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.
06. Abandone o cigarro.
07. Nunca pare o tratamento, é para a vida toda.
08. Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
09. Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
10. Ame e seja amado.
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Fernanda Dabori / Indira Lopes
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