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Rio de Janeiro recebe o XXIII Congresso Brasileiro de Hipertensão

Rio de Janeiro, 12 de Agosto de 2015 – Começa amanhã, dia 13 de agosto, o principal evento voltado à hipertensão no País. Com uma programação científica abrangente, envolvendo a área básica e experimental, a área clínica e as áreas multidisciplinares como a Enfermagem, Educação Física, Nutrição e Psicologia, o XXIII Congresso Brasileiro de Hipertensão, organizado pela Sociedade Brasileira de Hipertensão – SBH, trará as principais novidades científicas na área e as mais recentes inovações voltadas a prevenção e tratamento.

A XXIII edição do evento traz o maior número de palestrantes internacionais, como a Dra. Rhian Touyz, presidente da ISH – International Society of Hypertension, que vai falar sobre a evolução do tratamento ao hipertenso; e Ernesto Schiffrin, ex-presidente da ISH; que discorre sobre as metas de tratamento da hipertensão arterial em doenças renais crônicas. O Congresso Brasileiro recebe ainda o apoio da World Hypertension League – WHL, Inter-American Society of Hypertension – IASH, Latin-American Society of Hypertension – LASH, Sociedade Portuguesa de Hipertensão – SPH e Sociedade Argentina de Hipertensão Arterial – SAHA.

Responsável por 9,4 milhões de milhões de mortes no mundo, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde, a hipertensão arterial atinge 30% da população adulta brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil, de acordo com estimativas da SBH.

“Por ser uma doença assintomática, os pacientes por diversas razões tendem ao abandono do tratamento, seja ele medicamentoso ou referente à mudança de hábitos de vida”, explica o presidente da SBH e do XXIII Congresso, Dr. Mario Fritsch Neves. Segundo o médico, pela importância e incidência da hipertensão arterial serão discutidas sua associação com diabetes, doença cardiovascular, apneia e hipopneia, sobrepeso e obesidade, doença renal crônica, síndrome metabólica, sistema nervoso, acidentes vasculares cerebrais – AVC, disfunção erétil, síndrome metabólica, EVA – Envelhecimento Vascular Acelerado.

Também terão atenção especial, os idosos e as mulheres, que podem apresentar a eclampsia (hipertensão na gravidez) e a síndrome metabólica associada à síndrome do ovário policístico. Além disso, serão abordados temas recorrentes como hipertensão arterial resistente, hipertensão mascarada, hipertensão e doença cardiovascular, denervação renal, entre outros.

A multidisciplinaridade do evento permite integrar diversas áreas e o tratamento integrado do paciente. O evento aborda ainda os efeitos da atividade física, do sal e da suplementação alimentar com suco de uva tinto na pressão arterial.

A pressão alta é de fácil diagnostico e pode ser tratada e o paciente tem a chance de seguir com a vida tranquilamente incluindo novos hábitos em seu cotidiano. No entanto, a SBH estima que apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença. 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento, após melhora inicial da pressão arterial.

Dados

A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) manifesta a sua preocupação com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2015, onde revela o aumento do número de pessoas acima do peso no Brasil. São 52,5% de brasileiros acima do peso, o que é um fator de risco para as doenças crônicas. O índice de brasileiros com excesso de peso em 2006 era de 43%, ou seja, nos últimos nove anos o Brasil obteve um aumento significativo de 23% em relação ao período anterior.

No quesito atividade física, por exemplo, o Ministério da Saúde divulgou que a prática está crescendo no Brasil, apesar de manter o dado da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que 3,2 milhões de mortes por ano no mundo são atribuídas à atividade física insuficiente, sendo que o sedentarismo é ainda o quarto maior fator de risco de mortalidade global.

Além disso, o consumo médio de sal no Brasil (12g/dia) é duas vezes maior que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde, a meta é reduzir até 2022 para 5g/dia.

A doença isquêmica do coração, o derrame e a pneumonia são as principais causas de morte no Brasil e respondem por 32% dos óbitos registrados em 2013. Os dados fazem parte de um estudo publicado em 2013 pelo periódico The Lancet, feito em 188 países.

Segundo estimativas do Ministério da Saúde, o AVC é a doença que mais mata no Brasil. Dados do Ministério da Saúde de 2010 mostram que o número de mortes por essa causa chega a quase 100 mil por ano. Em dez anos, os óbitos por AVC passaram de 84.713 (em 2000) para 99.726 (em 2010).

Dos pacientes que sobrevivem ao AVC, 50% ficam com algum grau de comprometimento ou sequela. Além do comprometimento pessoal, há um impacto na economia. Segundo estimativa da Opas, as doenças crônicas não transmissíveis provocam impacto anual de 1% no PIB do Brasil e de 2% no PIB da América Latina, porque levam à redução da produtividade no trabalho.

Mais informações sobre o XXIII Congresso Brasileiro de Hipertensão e Programa Científico Completo acesse: www.hipertensao2015.com.br

Serviço:

XXIII Congresso Brasileiro de Hipertensão

Data: 13 a 15 de agosto

Horário: dias 13 e 14 – das 8h às 18h e dia 15 das 8h30 às 12h30

Local: Windson Barra Hotel – Rio de Janeiro – RJ

Endereço: Avenida Lúcio Costa, 2630 - Barra da Tijuca

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